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RODA DE CONVERSA: HIP HOP LUGAR DE MULHER

Sexta, 03 de Set de 2021 - 19h

Em -18 dias

“HIP HOP POR NÓS” nasceu do encontro de mulheres cujo a manifestação cultural é o hip hop. Ocupando as ruas, os espaços e notando cada vez mais a presença de mulheres e pessoas LGBTQIA+ como público, porém quase nunca ministrando oficinas, rodas de conversa, pintando nos muros ou nos palcos. Então, decidiram se organizar em torno de um ideal:  proliferar a cultura hip-hop, seus ideais, seus talentos diante de uma sociedade que ainda não enxerga mulheres e pessoas LGBTQIA+ como protagonistas de suas próprias histórias, à frente de um movimento cultural.

Hip Hop é arte, cultura, expressão, movimento, soluções, igualdade, é dar voz. Em meio há tantas armas, escolhemos lutar com as que temos de melhor: nosso talento e nossa voz.

Residente de Ribeirão preto, Mei como é conhecida a artista Nanie Aguirre @oieusouananie, realiza ações que fomentam o empoderamento popular através das artes, com o olhar voltado para o protagonismo e empoderamento feminino há 7 anos no Hip Hop nacional. Grafiteira desde 2014, produtora cultural, bordadeira, educadora social e arte educadora. Idealizou o Projeto “Hip Hop por elas”, o primeiro encontro de mulheres no hip hop realizado de maneira independente em Ribeirão Preto- SP . Ministra oficinas sobre cultura hip hop e graffiti com enfoque nas mulheres negras. Usa também o bordado para unir a sua história, ancestralidade e arte na busca pelos caminhos trilhados por seus ancestrais.  Nanie, busca expressar a liberdade das mulheres-mães na rua. 

"Graffiti, mulher pintando na rua é resistência!"


Nasida em São Joaquim da Barra, SP,1986, Natalia Marques @emayenatalia é filha da casa Egbe Awo Asè Iya Mesan Orun, artista visual, figurinista, arte educadora e curadora independente. Sua pesquisa centrada na relação entre a população negra do interior paulista e a indústria da cana-de-açúcar, as ferramentas e as vestimentas ligadas a essa produção econômica, especialmente na intersecção destes elementos com a experiência da mulher negra, desdobrando-a no cruzamento entre linguagens performativas e visuais. Membro-fundadora e curadora do coletivo Artístico literário Encontrão poético - SP; é Slammaster no campeonato de poesia falada Slam da Cana – RP; Integra ativamente ao Centro Cultural Orùnmilá



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